Íris do arco-mangueira, de Valéria del Cueto

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Na falta que habita

o pouco expande

transcendente, abundante.

Fractais visíveis a olho cru.

Etéreos arco-iris

dançantes no espaço

quase invisível.

Areias úmidas

respiram aliviadas

Sombras calorentas agradecidas,

faz-se cor

* Vagabinha e fotos de Valéria del Cueto, a cronista encarcerada, baseada Fábula Fabulosa “Pluct, Plact, catch and go

** Fotos do ensaio do Flickr: Íris do arco-mangueira

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