Suspiro, Manoel de Barros…

Araras 140927 042

O último bater de asas é lento e pesado…

Carregado das gotas do orvalho pantaneiro ao sussurro da brisa matinal,

lagrimando o capim macio do pasto diante dos degraus de madeira velha do alpendre abandonado.

Vai assim, Manoel de Barros, poeta cuiabano!

O adeus ecoa no silêncio das águas espelhadas no imenso pantanal que sempre brincou nos seus versos simples.

Novamente  livre, o olhar miúdo que tão longe vê as delicadezas do entardecer.

Dessa vez pra sempre…

*Vagabinha sofrida, mas aliviada pela libertação do poeta maior das pequenezas sublimes, e foto de Valéria del Cueto.

ILUSTRADO TER A A S BADO     NOVEMBRO  2009

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