SOTAQUE PANTANEIRO NO CINEPORT

Historia_Sem_Fim...FA_01_-_Por_do_sol_murada_C__ceres“História Sem Fim…do Rio Paraguai – O Relatório” abre a exibição especial em homenagem ao presidente da Confraria de Cinema, o diretor  Paulo Cezar Saraceni, no encerramento    do CINEPORT – Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa, em Cataguases, Minas Gerais. O documentário antecederá o longa “Anchieta do Brasil”, sábado às 11 horas.

Trazendo um sotaque muitas vezes desconhecido pelo próprio brasileiro, o filme é mais um exemplo das várias formas do falar e expressar do idioma português, apresentado em diferentes versões no CINEPORT. O festival exibe obras cinematográficas do Brasil, Portugal, Moçambique e Angola, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe.

HOMENAGEM

Um dos homenageados que receberão o Troféu Andorinha-STIC, primeira premiação voltada exclusivamente para os técnicos “da pesada” brasileiros (eletricistas, maquinistas, etc…), José de Assis, o Dutra estará presente na tela em Cataguases. No curta pantaneiro  toda a equipe interage com a população ribeirinha das margens do trecho percorrido pela expedição, no rio Paraguai. Dutra, assistente de câmera do curta, é um dos personagens da aventura.

“Foi uma dificuldade fazer com que a equipe se filmasse”, lembra a diretora Valéria del Cueto. “Tínhamos uma chance única de registrar nossa vivência na expedição. Mas conseguir “sujar” o quadro com os equipamentos, o boom e a câmera de vídeo exigiu que fossemos contra tudo o que costumamos preservar, ou seja, a limpeza do quadro. Acho que o resultado foi positivo”.

SAGA PANTANEIRA

O curta metragem mato-grossense, é um relatório de uma expedição que percorreu 730 km, entre Cáceres, Mato Grosso e Corumbá Mato Grosso do Sul, pelo Rio Paraguai, atravessando o coração do Pantanal. O filme já percorreu vários festivais, como o Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, o CINE PE, em Recife, e o Festival América do Sul, em Corumbá / MS.

Dirigido por Valéria del Cueto e com fotografia de Lula Araújo, o documentário utiliza uma brincadeira infantil, a História Sem Fim, para registrar o cotidiano e a mítica pantaneira das populações ribeirinhas do Rio Paraguai. Eduardo Filipe, no papel do professor Célio Couto e Meire Pedroso são encarregados de aplicarem a brincadeira é aplicada, em sua forma oral e gráfica.

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